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Como explicar qualidade de impressão para seus avós
12 dez 2018

Como explicar qualidade de impressão para seus avós

Post by Wilma Santiago

Qualidade de impressão é um “negócio” realmente complicado de se explicar, e tentar explicar para leigos (não necessariamente um idoso) é tarefa hercúlea. Mas é simples.

Vamos pensar na cozinha, num bolo.. para o bolo ficar bom, então precisamos primeiramente de insumos de qualidade. A receita para um bom toner começa assim mesmo, na escolha dos ingredientes, ou seja, um bom OPC, X gramas de pó, uma pitada de kynar no OPC, uma forma (bancada), e outras coisinhas a mais, como um chip, lâminas e roletes. Claro, uma boa forma sempre é importante (no nosso caso uma boa embalagem. Opa, ia me esquecendo da manteiga, digo, da graxa de contatos…

Mas, nada disso serve se não tiver processo – há de se colocar os ingredientes, na quantidade exata, na ordem exata, e realizar os procedimentos exatamente como manda a receita – limpar bem as peças do cartucho que queremos usar, com aspiradores específicos, encher com a quantidade exata de pó, nem a mais, para não transbordar na fôrma ou reservatórios de pó ou lixeira, nem a menos, para não render as fatias (ou páginas) que queremos.

Ah, a pitada de fermento, ou kynar, na superfície do novo OPC para evitar Engripamento.

O cozimento é igualmente importante, ou seja, a forma com que você remanufatura o cartucho. Com calma, com paciência, com a temperatura certa (lembre-se que o calor excessivo pode danificar o pó de toner).

Por fim, depois que o bolo, ou o cartucho está pronto, é hora de desenformar e apresentar aos convidados, ou seja, seus clientes. A prova do bolo se dá pelo paladar, tato, visão e olfato. R por que não nosso cartucho, que acabara de sair do forno? Tato, para ver que não há pó vazando na carcaça; visão, pelas folhas de teste com aspecto límpido, sem manchas claras ou escuras, sem riscos, com uma coloração e diversidade de tons de impressão de encher os olhos; olfato, sim, olfato, ou não cheiraste pó de toner na sua vida? Se há qualquer vazamento, você sente o cheiro; paladar? Bem, este fico devendo, mas tem a audição – um cartucho bem lubrificado não “range”.

Por fim, o bolo vai para viagem. Em qualquer caixa? Não, numa embalagem que proteja seu toner contra pancadas, contra balanços e contra intempéries. Seu cartucho poderá estar embalado em um saco hermético, com lacre (se possível), com protetores internos (aquele “airbag” e em uma caixa bem identificada e limpa.

Um cartucho que passa por procedimentos qualificados de remanufatura, produz impressões de qualidade, do começo ao fim, seja por rendimento, seja por coloração. Nada diferente de um bolo bem feito.

Pronto. “Tá” aí seu “bolo/cartucho, pronto para encantar seu cliente.

 

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